terça-feira, 1 de novembro de 2016

12. A Justiça e a Retidão

A Justiça e a Retidão

(36.6) 2:3.1 [O Livro de Urântia]:
Deus é reto, portanto, é justo.
“O Senhor é reto, em todos os Seus caminhos.” 
“‘De tudo o que fiz, nada foi sem uma causa’, diz o Senhor”. 
“Os juízos do Senhor são totalmente verdadeiros e corretos.” 
A justiça do Pai Universal não pode ser influenciada por atos nem realizações das Suas criaturas, “pois não há iniqüidade no Senhor, nosso Deus; não há favorecimento de pessoas, nem aceitação de oferendas”.

(36.7) 2:3.2 
Quão fútil é fazer apelos pueris a este Deus, para que modifique os Seus decretos imutáveis, de modo a evitar as justas conseqüências da ação das Suas leis naturais e mandados espirituais retos! 
“Não vos enganeis; não se pode zombar de Deus; pois, do que semeardes, daquilo também colhereis.” 
Mas é verdade que, mesmo na justiça que vem da colheita plantada pelo erro, a justiça divina ainda tem a misericórdia a temperá-la. 
A sabedoria infinita é o árbitro eterno que determina as proporções da justiça e da misericórdia, a serem dispensadas em qualquer circunstância. 
A maior punição (na realidade, uma conseqüência inevitável) para o erro e a rebelião deliberados, contra o governo de Deus, é a perda da existência, como súdito individual do Seu governo. 
O resultado final do pecado pleno e deliberado é o aniquilamento. 
Em última análise, os indivíduos identificados com o pecado já destruíram a si próprios, ao tornarem-se inteiramente irreais por meio da adoção da iniqüidade. 
O desaparecimento factual de uma tal criatura, no entanto, é sempre retardado, até que a ordem comandada pela justiça corrente, naquele universo, haja sido inteiramente cumprida.

Nenhum comentário:

Postar um comentário