A Justiça e a Retidão
(36.6) 2:3.1 [O Livro de Urântia]:
Deus é reto, portanto, é justo.
“O Senhor é reto, em todos os Seus caminhos.”
“‘De tudo o que fiz, nada foi sem uma causa’, diz o Senhor”.
“Os juízos do Senhor são totalmente verdadeiros e corretos.”
A justiça do Pai Universal não pode ser influenciada por atos nem realizações das Suas criaturas, “pois não há iniqüidade no Senhor, nosso Deus; não há favorecimento de pessoas, nem aceitação de oferendas”.
Quão fútil é fazer apelos pueris a este Deus, para que modifique os Seus decretos imutáveis, de modo a evitar as justas conseqüências da ação das Suas leis naturais e mandados espirituais retos!
“Não vos enganeis; não se pode zombar de Deus; pois, do que semeardes, daquilo também colhereis.”
Mas é verdade que, mesmo na justiça que vem da colheita plantada pelo erro, a justiça divina ainda tem a misericórdia a temperá-la.
A sabedoria infinita é o árbitro eterno que determina as proporções da justiça e da misericórdia, a serem dispensadas em qualquer circunstância.
A maior punição (na realidade, uma conseqüência inevitável) para o erro e a rebelião deliberados, contra o governo de Deus, é a perda da existência, como súdito individual do Seu governo.
O resultado final do pecado pleno e deliberado é o aniquilamento.
Em última análise, os indivíduos identificados com o pecado já destruíram a si próprios, ao tornarem-se inteiramente irreais por meio da adoção da iniqüidade.
O desaparecimento factual de uma tal criatura, no entanto, é sempre retardado, até que a ordem comandada pela justiça corrente, naquele universo, haja sido inteiramente cumprida.
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