(52.4) 3:6.1 [O Livro de Urântia]
Com o altruísmo divino e uma consumada generosidade, o Pai Universal despoja-se da autoridade e delega o poder, mas ainda assim permanece primordial; a Sua mão repousa sobre a poderosa alavanca das circunstâncias, nos domínios universais. Ele reservou a Si todas as decisões finais e, de forma infalível, maneja o cetro Todo-Poderoso do veto do Seu propósito eterno, com uma autoridade indiscutível sobre o bem-estar e o destino da imensa criação, que sempre gira em um círculo ascendente.
O universo não era inevitável. O universo não é um acidente, nem existe por si próprio.
O universo é uma obra de criação e, portanto, está totalmente sujeito à vontade do Criador.
A vontade de Deus é a verdade divina e o amor vivo; por conseguinte as criações dos universos evolucionários em perfeccionamento são caracterizadas pela
bondade — a proximidade da divindade — ;
e pela maldade potencial — o distanciamento da divindade.
Deus, o Pai, ama os homens;
Deus, o Filho, serve aos homens;
Deus, o Espírito, inspira os filhos do universo, na sua aventura sempre ascendente ao encontro de Deus, o Pai, pelos meios ordenados por Deus, os Filhos, por meio do ministério da graça de Deus, o Espírito.
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